Reposição Hormonal Feminina

O climatério não é só calor e mau humor

A maioria das mulheres associa o climatério aos fogachos. Mas as alterações hormonais dessa fase vão além: insônia, ressecamento vaginal, oscilações de humor, diminuição da libido, queda de cabelo, ganho de peso e perda de massa óssea são sintomas que também têm origem hormonal e que frequentemente passam sem investigação adequada.

Esse conjunto de sintomas tem avaliação e tratamento específico. A reposição hormonal feminina é uma das abordagens médicas disponíveis — quando bem indicada, melhora a qualidade de vida e reduz riscos associados ao hipoestrogenismo prolongado.

Mulher sorridente alongando em casa, sentada no chão com uma perna estendida, usando roupa esportiva escura e tênis com solado verde, em ambiente moderno e aconchegante.

O que é a reposição hormonal feminina

A reposição hormonal feminina consiste na administração de estrogênio, progesterona ou ambos (e, em alguns casos, testosterona em doses fisiológicas) com o objetivo de compensar a queda hormonal do climatério e da menopausa.

O tratamento não é padronizado. O tipo de hormônio, a via de administração (oral, transdérmica, vaginal, injetável ou implante subcutâneo) e as doses são definidos caso a caso, com base no perfil clínico, nos sintomas e nos exames de cada paciente.

Mulher em ambiente doméstico, sentada à mesa, com xícara e bule estilizado ao lado, apoiando o rosto com a mão e aparentando cansaço ou preocupação.

Sintomas que indicam avaliação

Os sintomas abaixo são frequentes no climatério e podem ter origem hormonal. A presença de alguns deles justifica buscar avaliação médica:

Como funciona o acompanhamento

A consulta inicial inclui anamnese detalhada, avaliação dos sintomas e revisão do histórico de saúde. Os exames solicitados variam conforme o caso: dosagem de estradiol, FSH, LH, progesterona, testosterona, prolactina, além de mamografia e colpocitologia atualizadas.

Com os resultados, o médico define a indicação, o esquema terapêutico e o intervalo de reavaliação. O acompanhamento é contínuo, com exames periódicos para ajuste e monitoramento de segurança. Atendimento particular, somente com agendamento prévio.

Quem pode fazer a reposição hormonal feminina

Mulheres no período perimenopáusico ou pós-menopausa com sintomas que afetam a qualidade de vida são as principais candidatas. Algumas condições contraindicam o tratamento: histórico de câncer de mama hormônio-dependente, tromboembolismo venoso, doença hepática ativa e sangramento vaginal sem diagnóstico definido.

Por que fazer com acompanhamento médico especializado

Protocolos definidos sem exames ou sem histórico clínico detalhado aumentam o risco de efeitos adversos. O Dr. Ricardo Vieira Ferreira realiza esse acompanhamento há mais de 35 anos, com formação em urologia e pós-graduação em áreas complementares à saúde hormonal. Atendimento particular, sem convênio, com tempo de consulta dedicado ao histórico e às dúvidas de cada paciente.

Perguntas frequentes

O risco varia conforme o esquema, o tempo de uso e o perfil da paciente. A avaliação individual é o que define a indicação.

Não existe limite absoluto. Para mulheres acima de 60 anos ou com mais de dez anos de menopausa, a avaliação é mais criteriosa.

A reposição bem indicada não causa ganho de peso por si só. As mudanças hormonais sem tratamento é que favorecem o acúmulo de gordura abdominal.

Sim. O climatério começa antes da menopausa e sintomas significativos nessa fase também têm tratamento.

O primeiro passo é uma consulta para avaliação clínica completa. Atendimento às quartas-feiras pela manhã, em Jaraguá do Sul, somente com agendamento prévio.